quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Sentimentos negativos: Dou um jeito e escondo debaixo do tapete

Será que devemos realmente esconder nossos sentimentos negativos debaixo do tapete? E fingir que eles não existem? Mas, o que ganhamos em não assumir que sentimentos negativos, como inveja, ciúme, raiva, entre outros, nos rondam o tempo todo e muitas vezes nos consomem?

Eu realmente acredito que não ganhamos nada quando fingimos que não sentimos emoções negativas. Pelo contrário, acredito que ganhamos muito mais quando assumimos que somos falhos, quando nos sentimos envergonhados por determinado comportamento. A nossa maior grandeza está na capacidade de se auto observar e enxergar quando se está perdendo o compasso. Quando eu me precipito e tomo decisões erradas sem nem ao menos respirar, muitas vezes, me sinto muito envergonhada e admito para mim mesma que sou falha e que eu errei. Mas, o mais importante é o que eu faço com essa informação.


Pois, pense comigo, de nada também adiantará você reconhecer suas falhas e emoções negativas e parar por aí. Você precisa reconhecer e ficar consciente para não repeti-las novamente, e aprender o jeito mais adequado para lidar com isso.

A sua essência é moldada por tudo que você é, e acredite as partes não tão digeríveis também entram no pacote. Muitas pessoas não entram em contato consigo mesmas porque temem assumir para elas e para os outros que são falhas, que sentem raiva, ciúme, inveja, que bobagem...estamos aqui para evoluir, essa é a nossa maior meta. Nós só conseguimos evoluir se assumirmos e trabalharmos aquilo que nos incomoda, aquilo que de certa forma nos impede de avançar. 


O grande aprendizado não é não sentir raiva, não sentir ciúmes, não sentir inveja, entre outros. O grande aprendizado é o que você faz quando sente esses sentimentos? Qual é o seu comportamento quando você percebe as emoções negativas te empurrando ladeira abaixo?

Diante da sua resposta, você saberá o que deve trabalhar em si mesmo em busca do seu crescimento.

Por favor, não se esconda mais!

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