domingo, 31 de dezembro de 2017

Yoga e flexibilidade

Oi, pessoal!

Tem vídeo novo no canal. Hoje vamos conversar um pouco sobre yoga e flexibilidade.




Espero que você goste, e se gostar não esqueça de deixar o seu like e se inscrever no canal.

Feliz 2018!!!

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

O ano está acabando

Antigamente, eu ficava doidona com essa euforia de fim de ano, compras de Natal, almoço, jantares, presentes, metas realizadas, metas não realizadas, hoje, eu encaro tudo com mais simplicidade. Óbvio, que respeitando as pessoas que pensam diferente. E sim, eu participo dos almoços e compro presentes, mas já não identifico aquele peso de outrora.

É muito comum, nessa época, começarmos a pensar nas coisas que aconteceram em nossas vidas e também naquelas que não aconteceram. Lembramo-nos de entes queridos que nos deixaram, daquele amor que resolveu florescer em outro terreno, dos filhos que saíram de casa, na grande maioria das vezes nos lembramos das coisas negativas que aconteceram e afirmamos para nós mesmos que o próximo ano será diferente.


Essas épocas festivas inclinam nosso olhar para a possibilidade de renovação. O simbolismo no nascimento de Cristo nos coloca de frente com o nosso Cristo interno que nasce em todo final de ano, é aquela centelha que nos diz que ainda há esperança de ser, de crescer, de realizar. Para mim, esse ano de 2017 teve fatos negativos, perdi gente querida, me desiludi, não alcancei tudo o que defini, porém, aconteceram coisas positivas, terminei a pós- graduação, comecei um curso de formação em terapias, fiz novos amigos, reformei minha casa. Assim foi, assim é...

Não se cobre demais, se você não conseguiu aquela vaga na faculdade, se aquele amor não te deu chance, se aquele emprego não deu certo, não se cobre demais pelo filho que ainda não veio, não se cobre demais por tudo que já te cobram externamente. Vá agora de encontro com a sua essência e encontre a renovação nela. Seja você pra você neste novo ano que virá. E se lá no final de 2018, as coisas não estiverem como você planejou em 2017, repense, pense, sossegue e deixa o fluxo seguir, dê passagem para a vida fluir em direção ao novo. Comemore se gostar, mantenha-se recluso se isso se alinhar com a sua alma, mas mantenha-se em equilíbrio com você, não olhe para o barulho de fora, não olhe para a multidão que se aglomera, olhe para o Cristo que renasce, a esperança que nasce em busca da renovação.



Lembre-se, sempre é tempo de repensar e recomeçar... Dezembro é só um marcador que nos obriga a pensar no novo, mas você tem a liberdade de sentir a renovação crística em qualquer época, em qualquer dia, em qualquer idade, afinal, Ele está o tempo inteiro vivo em você.  

Um ótimo final de ano!!!

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

70, 70, 70...depois 60

O título do post de hoje é na verdade uma brincadeira que um colega de curso fez uma vez quando trocávamos telefones para iniciarmos um trabalho em grupo. Uma das participantes do grupo perguntou o número dele e ele respondeu: “70,70,70...depois 60.” Espero que você tenha entendido, mas se ainda não pescou o peixe, é uma alusão ao tentar, tentar, tentar e depois sentar e esperar.

Mas, o que eu quero te dizer com toda essa história? Eu perdi inúmeras oportunidades na minha vida por ter tido medo de tentar, medo de ser criticada, medo do que as pessoas poderiam pensar ao meu respeito. Perdi possíveis amores, oportunidades de trabalho, perdi o ônibus e o metrô, e perdi o rumo. Mas, uma vez ouvi a Flávia Melissa dizer que “quando você percebe que se perdeu é porque agora você se encontrou”, e isso fez muito sentido pra mim, depois que comecei a meditar, o medo se tornou algo menos poderoso em minha vida, medo de me decepcionar, ainda tenho mas sigo em frente, aprendi que a decepção é libertadora, medo de sofrer, ainda tenho, mas continuo o caminho, é só mudar o olhar e a perspectiva sobre a situação, e tudo muda novamente.


Se você quer tentar alguma coisa, vai lá, manda ver. Se o resultado não for o esperado está tudo bem. Desde que eu comecei o blog, eu convidei diversas pessoas para compartilhar experiências de vida, experiências profissionais e adivinhe, eu recebi respostas positivas de alguns (a vocês sou eternamente grata), recebi respostas negativas de outros, e diversas vezes, fiquei literalmente no vácuo, sem respostas, e já teve vezes de pedir uma sugestão para alguém e tomar uma bordoada (bordoada elegante, mas bordoada, rs) e está tudo certo. Hoje eu me permito tentar, e mesmo que a resposta seja negativa, há uma sensação de plenitude que vem com aquela famosa frase: “Pelo menos, eu tentei.”

Quer um emprego novo, vai lá, tenta um contato, manda um currículo.
Quer conhecer melhor uma pessoa, vai lá, manda uma mensagem, convida para um café, cerveja, açaí com kiwi.
Quer começar um empreendimento, vai lá, no banco, conversa com o gerente sobre a possibilidade de empréstimo, vai no Sebrae.
Quer começar a estudar, vai lá, pesquisa cursos, escolas, mensalidades.
Quer começar a cuidar da saúde, vai lá, ao médico, faz exames, academia, meditação e yoga.
Quer começar a tocar numa banda, vai lá, compra uma bateria, vai fazer aulas.
Quer correr uma maratona, vai lá, se prepara, se organiza e corre.
Quer começar o que? Vai lá e faz.


Se não der certo, muda o rumo. Ajusta o leme e a direção e se coloque novamente no caminho. Ninguém te deve nada, Deus não te deve nada, é você que se deve...Que se deve dar a oportunidade de tentar e ser feliz, mas e se... O e se, é só uma possibilidade, e você não vai querer viver sua vida preso nessa possibilidade incompleta, vai lá, tenta, manda ver, deu errado, começa de novo, de outro jeito, com outra pessoa. Sempre tem um caminho, uma solução.

Você já assistiu ao filme “A vida secreta de Walter Mitty”? Se ainda não, eu sugiro que você assista, ele ajuda a complementar a ideia desse texto.


Desejo toda a sorte do mundo pra você!




segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

O que você tem para compartilhar?

Quando eu criei o blog lá em Abril de 2016, eu estava numa fase de descobertas na minha vida. Eu resolvi praticar yoga, me vi praticante de meditação, comecei a estudar sobre terapias holísticas. Lia um blog aqui, outro ali. Assistia vídeos de gente bacana, comprava um livro novo. E quando eu percebi, havia um desejo enorme de compartilhar, sim, compartilhar tudo aquilo que eu aprendia, e tudo aquilo em que eu me tornava (na verdade, aquilo que eu sempre fui, mas que por medo, eu escondia do mundo).

A necessidade de compartilhar estava tão intensa, mas eu não sabia por onde começar. O que vão pensar de mim? E se não gostarem do que eu vou escrever? E se? E se? E se?


Decidi começar por assuntos que eu dominava mais, só que a cada novo texto, a cada nova experiência, a cada novo insight, elas estavam lá, as ideias, a magia de ouvir temas no ouvido, nessas horas eu acredito muito no que a Elisabeth Gilbert diz no livro “Grande magia”, parece que as ideias escolhem você, e se você não der atenção para aquelas ideias naquele momento, elas irão procurar outra pessoa que tenha a coragem de assumi-las. Então, sempre que você tiver uma ideia, um insight ou ouvir algo que pareça um sinal, pense bem, pode ser a “Magia” querendo sua ajuda para se materializar, seja num livro, seja em um modelo novo de roupa, em um modelo novo de carro, sei lá. Por isso, compartilhe para fluir. Quando você gosta muito de fazer alguma coisa, seja uma receita de bolo, seja pintar um quadro, consertar automóveis, costurar, conversar com alguém, o Universo começa a te mandar sinais para você começar a compartilhar. Você pode compartilhar conhecimento, pode compartilhar sua impressão sobre um livro, pode compartilhar um ombro amigo, compartilhar amor.

Sempre há alguma coisa a se compartilhar. Talvez não seja nada muito grandioso. Talvez seja. Talvez seja um amor que transborda tanto em você, que chegou a hora de compartilhar, talvez seja aquela indicação profissional, talvez seja um sorriso para alguém. Mas pense, o que você pode compartilhar agora? O que neste momento está transbordando no seu coração? É isso, para a fonte fluir é preciso dar passagem para a renovação das águas. Não tenha medo de compartilhar o que você sabe, não tenha medo das pessoas, das opiniões. Compartilhe seu amor pela dança, seu amor pela matemática, seu amor pelos animais, seu amor por construções, seu amor por ginástica, seu amor por livros, seu amor por café, seu amor por vinhos, compartilhe. Sempre tem alguém interessado naquilo que você gosta, sempre vai ter alguém interessado em conversar sobre viagens, parques e museus.


Há uma infinidade de coisas, gente que gosta de batom, gente que gosta de rock, gente que gosta de assistir filmes do Capitão América (eu, por exemplo, rs), gente que prefere CasaBlanca. Nunca diga que você não tem nada para compartilhar. Sempre tem alguma coisinha lá no fundo da alma que grita baixinho pra gente, mas o medo acaba por nos ensurdecer e preferimos não dar atenção para aquele chamado. Mas, e se não der certo? Bom, você nunca vai saber se não tentar. E se no final, não for aquilo que você esperava, tranquilo, faça outro caminho, planeje de outra maneira. Mas, não deixe de tentar. E então, já pensou no que você tem para compartilhar?

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Eu sinto falta do sofrimento

O título do post de hoje é de uma música que eu gosto bastante, e se chama “I miss the misery” da banda Halestorm. Eu sempre ouço essa música quando eu estou meio preguiçosa, acho que a potência da voz da Lzzy Hale me acorda. A questão aqui é que eu estava analisando a tradução da música e me perguntei o que os compositores estavam sentindo e qual a mensagem que eles quiseram passar com essa música, já ouvir dizer que é uma crítica aos relacionamentos abusivos, e talvez seja mesmo, afinal muita gente passa por isso.

A música fala explicitamente de um relacionamento amoroso que acabou, mas que a pessoa ainda sente falta, mas nesse caso, a falta é do sofrimento que esta relação trazia. Então, eu comecei a pensar com os meus botões, será que realmente as pessoas podem se acostumar com um sofrimento a ponto de sentir falta dele quando ele acaba?


Bom, cheguei à conclusão que sim. Me lembrei das várias vezes que alguém desabafou comigo ou quando ouvi a história de alguém sobre um relacionamento sofrido, um trabalho angustiante, um relacionamento familiar que poda, que maltrata, e depois, de se libertar, a pessoa volta, ela corre atrás do sofrimento novamente. Pois parece que aquilo agora faz parte dela. A sensação de viver sempre numa montanha-russa torna a vida instigante, mesmo que seja por um aspecto negativo, é uma atração pela dor, às vezes, inconsciente. Já não se consegue mais viver sem todo o drama e sem todo o medo. Acostuma-se ao sofrimento. É como se a pessoa tivesse uma dependência psicológica, sem o sofrimento e sem a dor a vida se torna monótona.

Eu achei tudo isso muito triste, e ao mesmo tempo, me dei conta de quantas pessoas vivem nessa montanha-russa, quantas pessoas estão presas ao vício de sofrer, as relações afetivas, as relações de trabalho são sempre angustiantes, causam ansiedade e depressão, e lá no meio perdida da própria identidade, a pessoa afirma para si mesma, que é isso, não há mais chance. E se joga novamente no sofrimento, às vezes, nem é mais com a mesma pessoa, mas o padrão se repete. Relacionamentos que fazem sofrer, trabalhos humilhantes (com pessoas que fazem questão de maltratar), e quando a libertação começa, a pessoa tem medo de ser livre e tranca as próprias algemas para começar novamente o ciclo do sofrimento.


Se você se sente preso à um padrão de sofrimento, se está sempre se depreciando, achando que não há nada melhor do que essa situação que você vive, se você repete padrões onde o sofrimento está presente na sua forma mais cruel, se você acha que merece migalhas de amor e de atenção, seja amoroso com você agora, olhe para o âmago da sua alma e se for possível procure ajuda de um profissional qualificado que pode te ajudar a se dissociar deste padrão. A vida é muito mais do que isso, e eu acredito que você pode descobrir uma vida leve, sem sentir falta do sofrimento, você pode descobrir que é bom viver uma vida tranquila e em paz, sem esses relacionamentos roleta russa, e sim, com relacionamentos saudáveis. Você vai descobrir que você tem capacidade para conseguir outro trabalho, diferente desse em que te humilham, vai descobrir que não precisa dar satisfação para amigos que te fazem sofrer, entre outras coisas. Mas, é preciso uma ação da sua parte. É preciso movimento em direção ao melhor para você. O primeiro passo é identificar o padrão, o segundo é tentar se dissociar dele, e talvez você precise de ajuda. Pense nisso!

Vou deixar aqui embaixo, o vídeo da música para você conhecer e o link para que você leia a tradução (clique aqui para ler a tradução) e analise se esse padrão faz parte da sua vida. Se perceber que sim, talvez esse seja o chamado para a libertação.

Um beijo!



domingo, 3 de dezembro de 2017

Lei da atração - Gratidão - Livro "A Magia"

Oi, pessoal!

Hoje tem vídeo novo no canal. No vídeo de hoje, vamos bater um papo sobre a questão da gratidão na lei da atração e sobre o livro "A Magia". Vai lá no youtube assistir e não esquece de deixar o seu like e se inscrever no canal :)