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Mostrando postagens de Abril, 2018

2 anos de blog

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Eu resolvi criar o blog “Equilíbrio e Vida” no dia 27/04/2016, há dois anos. No começo ele tinha um nome bem diferente, se chamava “Florais e Você”, porque eu tinha a intenção de escrever sobre terapia floral, que é uma das terapias que mais faz sentido para mim, e que me auxiliou em diversas fases, tanto que agora, sou aluna de um curso de formação em Terapia Floral. Mas, conforme eu escrevia, mais vontade eu tinha de compartilhar as coisas que eu aprendia na TCC (Terapia Cognitivo Comportamental), na terapia floral, nas aulas de yoga, nos livros, nos vídeos. A vontade de compartilhar foi tão grande, que resolvi então, escrever sobre autoconhecimento, alimentação, diversão e arte, terapias holísticas, sugestões dos leitores, livros, e o nome do blog mudou para “Equilíbrio e Vida”.

Se eu tinha medo? Nossa, muito medo. Tinha medo de não ser aceita, tinha medo de ser criticada, tinha medo do que as pessoas iriam pensar a meu respeito, mas eu já conhecia algumas ferramentas para lidar com…

O que você precisa retomar em sua rotina?

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Você já parou para pensar nas coisas que você costumava fazer diariamente e que você se sentia bem e gostava de realizá-las? Eu resolvi escrever este texto porque percebi que de alguns meses para cá, eu fui abandonando algumas práticas diárias, às vezes por preguiça ou por falta de tempo, e ao analisar a situação percebi que eram coisas que eu gostava muito de fazer e que aos poucos, eu deixei que elas ficassem muito esporádicas em minha vida, e isso começou a acontecer do mês de fevereiro para cá.
No ano passado, eu li um livro chamado “O milagre da manhã” – Hal Elrod, que trata sobre a nossa rotina, na verdade, é um guia de como realizar as atividades que você gosta logo ao acordar, para que a correria do dia não roube as suas atividades. Seguindo os conselhos do livro, eu elaborei uma rotina diária que iniciava às 05:00 hs da manhã. Eu fazia uma prática de yoga de 30 min, uma prática de meditação de 10 min, e uma prática de visualização de 10 min e escrevia textos e agradecimentos em…

Vídeo: Não existem garantias

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Como lidar com as interferências

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Ontem à noite, eu estava fazendo minha prática de meditação com música, e resolvi ouvir a música do vídeo que está no final do post, que é uma das minhas preferidas para meditação. Sentei em sukasana, posicionei os dedos em jnani-mudra, me concentrei na respiração e comecei a ouvir a música. Acho que não deve nem ter chegado aos 10 minutos, e de repente a música parou, e começou uma propaganda de um app de transporte, sim, no meio do vídeo de músicas utilizadas para meditação, yoga e relaxamento. Pô, youtube, que vacilo!

Na hora, que ouvi o barulho da propaganda alto nos meus ouvidos (eu estava de fone), achei um tanto estranho, e me questionei: “Que porcaria é essa? O que está acontecendo?”. Mas, não abri os olhos, não me mexi, e nem tentei pegar o celular para ver de qual empresa se tratava, a música familiar me fez lembrar da 99 táxis, rs, porque já vi a propaganda em outros vídeos. Eu continuei como estava, obviamente me desconcentrei, sai do foco da meditação que era a respiração …

O meu all star

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Eu tenho dois pares de all star na cor branca. Um que comprei em 2009, e que era meu companheiro nas aulas de anatomia humana na faculdade e que dura até hoje, meio surrado, mas continua usável. E outro que comprei ano passado novinho em folha e brancura até a próxima chuva.
Você, leitor deve estar se perguntando o que um tênis tem a ver com o tema do blog? Esse all star branco tem muito a ver com a pessoa que me tornei. Um dos meus tênis preferidos e que eu só usava com determinada roupa, porque tênis não combina com bata, tênis não combina com camisa, não combina, não combina, eu não combinava comigo mesma para sair de casa combinando com a opinião dos outros.
Eu me pergunto, se você que está aí do outro lado da tela, ainda continua não usando determinada roupa, ainda não fez aquele corte no cabelo, ainda não tentou ser você mesmo porque alguém disse que não combinava. Sua personalidade não combina com este local, seu jeito não combina com o nosso jeito, e você vai tentando se ajustar…

Dos meios e do fim

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Por Ingrid Bianchini
"A coisa mais fina do mundo é o sentimento" 
A gente não aposta tudo o que tem de bens materiais sem nenhuma garantia de retorno, ou pelo menos tenta não apostar em totalidade. Para tudo, a gente tende a analisar antes de mergulhar de cabeça financeiramente ou de dispor muito tempo e energia em alguma atividade. Para muita coisa externa a gente pensa nos meios para chegar a um fim. Mas, quando a gente se relaciona e se deixa envolver, parece que o único fim é estar junto, a gente esquece de algo primordial chamado "eu", não é ingenuidade, é porque parece que nada vai dispersar o que se sente, aquela sensação de infinito romantizado passa conforto e segurança, a gente mergulha de cabeça em sentimentos, logo neles que são confusos, mas tudo bem, o bom é viver, sim. 
Quando eu consegui abrir os olhos para a minha "grande aposta" ela já não era mais o meu ideal, apesar de já saber que havíamos chegado ao fim, ainda era turvo demais para acei…

Andando por aí - Paranapiacaba

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Hoje, eu vou te passar a dica de um local muito lindo em São Paulo que vale a pena conhecer. É a cidade de Paranapiacaba. Já ouviu falar?
A Estância Turística de Paranapiacaba é um distrito do município de Santo André SP. Segundo o pessoal do passeio guiado, a cidade era o centro operacional da ferrovia que ligava São Paulo ao Porto de Santos. A cidade tem algumas casas tombadas pelo patrimônio histórico, como a Casa Fox. A impressão que você tem quando chega lá, é de estar voltando no tempo. As casinhas de madeira que formam o centro da cidade são um charme à parte.
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O que fazer por lá?
Andar, andar, andar...brincadeiras à parte, se você gosta de caminhar, a cidade é o local perfeito para isso, e eu vou passar para você o que eu fiz e o que vi as pessoas fazendo para que, quando você for visitar a cidade já tenha uma noção.
Eu e minha família
Eu fiz - Passeio guiado O passeio guiado custa R$ 10,00 por pessoa, é relativamente rápido, e eles desembarcam no Clube União Lira Serrano, é um lug…

Você não pode tocar com cordas quebradas

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Este último final de semana, eu estava em casa dando uma arrumada nas coisas, e coloquei um CD com algumas músicas que gosto, e ao ouvir “Broken Strings” do James Morrison com a Nelly Furtado, inevitavelmente refleti sobre o quanto somos apegados ao que já se quebrou. Tentamos ainda tocar com cordas que já se arrebentaram, como se fosse possível tirar delas algum som, ou ainda, alguma nota que seja familiar.
O que nos leva ao apego? O apego por alguém que já se foi? O apego pelo trabalho que adoece, ou não faz mais sentido? O apego pelo amor que se esvaiu? O apego pelo status? O apego pela luta? O apego pelo sofrimento? Ouvindo “Broken Strings”, pensei em todas as cordas que se arrebentaram também na minha vida, e que inevitavelmente eu tive que abandonar os acordes porque era impossível obter ainda algum som vivo daquela situação, e tive que entender que era assim, afinal, não é possível tocar com uma corda quebrada. Me vi, olhando para pessoas admiráveis, que também viram que suas co…