terça-feira, 8 de maio de 2018

No que você acredita?


Você sabia que muitas das experiências que vivemos em nossa vida tem a ver com o que acreditamos, com as crenças que criamos? Com aquilo que aprendemos que era certo ou errado, ou com aquilo que fomos condicionados a acreditar? Você chega por aqui livre de interferências, e então vai crescendo, ligando o radar, e começa a partir desse momento a captar os sinais. Sinais que podem vir dos seus pais, seus irmãos, parentes, amigos, desconhecidos.

Então, você começa a montar a sua rede de transmissão, baseando-se no que viu, ouviu, aprendeu, e vai seguindo o fluxo daquilo que parece normal. Mas, um dia, sem mais nem menos, ou diante de algo que te incomoda profundamente, você se olha, e percebe que todos aqueles sinais que você recebeu tinham interferências. Você começa a sentir um barulho interferindo na sua vida, nas suas ações, um barulho que você criou de tanto ouvir os ruídos externos. Você cresce, caminha, trabalha, namora, se casa, ouvindo ruídos, cria filhos, ouvindo ruídos. Neste momento, você percebe que levou uma vida condicionado ao que os outros achavam que era certo, ao o que a sociedade moldou em você.


Você já parou um tempo para olhar para você? Para seus relacionamentos, suas amizades, seu trabalho, seu comportamento? O que tem de você em tudo isso? O que tem de seus pais em tudo isso? O que tem dos seus amigos em tudo isso? O que tem da TV e dos filmes em tudo isso? O que tem das redes sociais em tudo isso? Veja bem, não estou dizendo que você não deve trazer com você um pouco das pessoas que ama. Acho até um pouco impossível isso não acontecer. Porque vivemos todos juntos, e aos poucos agregamos um pouquinho de cada um em nossa história.

Só estou te convidando, a olhar para suas crenças, para aquilo que você acredita e que de alguma forma impede sua vida de fluir. Eu descobri coisas sobre mim, que eu nem sabia que existiam, coisas que me fizeram repensar em muitas questões. Por isso, acho importante que a gente olhe para dentro, sem preconceitos, sem medo e sem condicionamentos. O que me ajudou a enxergar essas crenças foi uma terapia chamada ThetaHealing e uma outra chamada Barra de Access. O processo foi interessante, e ainda continua, mas descobrir a causa da falta de fluidez em determinada área da vida foi bem profundo. E trabalhar isso daqui pra frente será um desafio, mas o objetivo é me tornar uma pessoa melhor para mim mesma a cada dia que passa.

Qual a crença que não te deixa viver? Qual a crença que causa esse medo e essa insegurança em você? Qual a crença que turva a sua visão, que dispara seu coração e não te deixa relaxar? Qual a crença que te prende? Te algema? Te segura?

Quem era você, criança? O que você gostava de fazer? Seus sonhos? Seus amigos?  É óbvio, que já não dá para ser a mesma pessoa da infância. Mas, esse exercício é só para resgatar algum sonho e serve também para perceber alguma crença que pode ter sido construída nesta fase.



Problemas com relacionamento? O que você viu sobre amor? Como é ou era o relacionamento dos seus pais? Qual é a ideia de amor que ficou marcada em você?

Problemas com a área profissional? Como foi a sua escolha profissional? Quais foram os condicionamentos que te fizeram escolher essa área? O que você aprendeu sobre prosperidade e dinheiro?

Ninguém nasce sabendo como viver melhor, como ser melhor. Nascemos todos livres, e aos poucos somos colocados em prisões, aprisionamos o amor, aprisionamos o bem estar, aprisionamos sonhos, aprisionamos amigos, aprisionamos filhos, porque aprendemos assim, e está tudo bem, até o momento em que os olhos se abrem, não é mesmo?

Tem uma frase da Flávia Melissa, que sempre uso, e acho fantástica, é a seguinte: “Quando você percebe que se perdeu, é exatamente neste ponto que você se achou.”
Por isso, se você se sente perdido, sem rumo, se as crenças antigas não te deixam avançar, talvez essa seja a hora do descobrimento. Com dizia o professor Hermógenes: “Se você sofre, meus parabéns.” Agora é a hora de começar a sua própria caminhada. Ser o melhor para você. Sabe por quê? Porque você é a pessoa mais importante da sua vida. E está na hora de começar a acreditar nisso.

Sugestão de música pra hoje...a mesma que eu escutava enquanto escrevia este post.

 Islands – Sara Bareilles



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